#JudaeuClooney: Sem jogo de cena, ator diz ter recusado quase R$ 200 mi por comercial

Saiba o que você, pobre mortal (ou vice-versa) poderia comprar se não se desse o luxo de abrir mão de uma pequena fortuna

Conheça a história do cachê milionário recusado por George Clooney, o que seria possível comprar com quase R$ 200 milhões

O ator George Clooney revelou ter recusado um cachê milionário por um único dia de trabalho, reabrindo a conversa sobre o que se pode fazer com uma fortuna dessas, de carros de luxo a boas oportunidades de investimento.

A situação não anda nada fácil pra muita gente. Talvez, menos para o ator George Clooney, que, não bastasse ser milionário, anda ‘rasgando’ dinheiro. Ou melhor: abrindo mão de embolsar pequenas fortunas.

Pelo menos foi o que ‘admitiu’ o bonitão em entrevista ao The Guardian, tradicional tabloide britânico. Ele disse ter recusado participar do comercial de uma companhia aérea pela bagatela de US$ 35 milhões por um dia de trabalho.

Convertendo para a realidade brasileira nossa de casa dia, seria como se o ator abrisse mão de quase R$ 200 milhões pelo expediente de menos de 24 horas. Mas, Clooney preferiu que o dinheiro ‘voasse’ de sua conta bancária.

A justificativa dele? “Acho que agora tenho dinheiro suficiente”. Para quem ainda não se pode dar o luxo de ter a mesma modéstia resta trabalhar ou, ao menos, imaginar o que faria se recebesse um cachê milionário como o que Clooney alegou.

CARRO DE LUXO

Fosse brasileiro(a) o(a) felizardo(a) desta história, certamente um dos primeiros destinos pra gastança do dinheiro seria uma concessionária de automóveis. Com um saldo na conta tão fofo, até o mais caro vendido por aqui iria pra garagem.

Tipo um G63 Brabus 900 Rocket Edition, avaliado em R$ 9,5 milhões. Daria para forrar um estacionamento com 20 unidades. Ou, se quisessse uma Ferrari Roma para chamar de sua, quaisquer R$ 3,3 milhões já serviriam.

MANSÃO

Carrão novo em casa velha não rola para um milionário. O jeito é dar aquele ‘up’ no CEP. De duas, uma: ou constrói a própria mansão, ou compra uma que já esteja prontinha e, quem sabe, disponível no mercado.

https://www.youtube.com/watch?v=93xhWHH3CSY

Numa dessas, você poderia até arrematar o casarão do cantor Luan Santana, de Santana do Parnaíba (SP), posta à venda por míseros R$ 43 milhões (pra quem tem quase R$ 200 milhões, por que não?). E com direito a uma foto com o futuro ex-proprietário.

VIAGEM ESPACIAL

Com tanto dinheiro, seria possível rodar o mundo inteiro para conhecer as cidades e lugares mais famosos, populares, refinados – ou todas as alternativas anteriores –, a começar pelo próprio Brasil e suas belezas.

https://www.youtube.com/watch?v=_N31gKWpZ3Q

Ou, se o planeta inteiro não for suficiente, dá até para descolar uma viagem pelo espaço a bordo da cápsula da Blue Origin, do multimilionário Jeff Bezos. O custo? Algo perto dos R$ 150 milhões. Ainda sobraria um bom troco.

QUANDO O DINHEIRO VIRA CAUSA

Há quem opte por outro caminho quando o assunto é lidar com fortunas desse tamanho: em vez de gastar tudo em bens de consumo, direciona parte do patrimônio para causas sociais. Clooney, aliás, é conhecido por se envolver em campanhas humanitárias e por apoiar iniciativas ligadas a direitos humanos ao longo da carreira, o que mostra que a relação de um milionário com o próprio dinheiro pode ir muito além do consumo.

No Brasil, o movimento de filantropia também vem crescendo, ainda que em ritmo mais lento do que em países como os Estados Unidos. Empresários, artistas e atletas de alto patrimônio têm criado institutos próprios, financiado projetos educacionais e apoiado hospitais, especialmente depois da pandemia, quando ficou evidente a fragilidade de parte da população brasileira. Esse tipo de gesto, ainda que não substitua políticas públicas robustas, tem impacto direto na vida de muita gente.

O QUE FAZER COM UM DINHEIRO EXTRA (SEM PRECISAR DE MILHÕES)

Claro que a realidade da grande maioria das pessoas está bem distante da de um astro de Hollywood. Mas o exercício de imaginar o que fazer com uma quantia alta de dinheiro pode servir de gatilho para pensar em hábitos financeiros mais simples e aplicáveis ao dia a dia de qualquer pessoa.

Especialistas em finanças pessoais costumam recomendar um caminho parecido, independentemente do valor disponível: primeiro, quitar dívidas que cobram juros altos, como o rotativo do cartão de crédito. Depois, montar uma reserva de emergência equivalente a alguns meses de despesas, guardada em um investimento de fácil acesso. Só então, com esse colchão de segurança formado, faz sentido pensar em investimentos de médio e longo prazo, sejam eles mais conservadores ou mais arrojados.

Outro ponto que os especialistas costumam reforçar é a importância de definir objetivos antes de decidir onde aplicar o dinheiro. Comprar um carro, trocar de casa, viajar ou se aposentar mais confortavelmente são metas diferentes, que pedem estratégias diferentes. Sem esse planejamento, mesmo quem recebe uma quantia alta de uma vez pode ver o dinheiro se esvair rapidamente, sem deixar nenhum benefício de longo prazo.

Por isso, ainda que a história de Clooney pareça distante da realidade da maioria dos brasileiros, a lição de fundo vale para qualquer orçamento: ter clareza sobre prioridades costuma valer mais do que o tamanho do cheque que cai na conta.

INVESTIMENTOS

Há quem não se contenha com tanto dinheiro na mão e saia por aí comprando de tudo e aqueles que consigam fazer ‘dinheiro fazer dinheiro’, seja pela aplicação em um negócio ou outro tipo de investimento.

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Webert Oliveira
Sou um autor por escolha, curioso, especializado em transformar fatos e histórias inusitadas em narrativas cativantes. Com formação em Letras, gosto de combinar pesquisa rigorosa com um estilo envolvente, buscando não só informar, mas também inspirar a curiosidade de meus leitores sobre o mundo.
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